A falta de imaginação
Não é uma coisa recente. É algo em que reparo há já muito tempo, embora com menos frequência nos últimos dez anos, devido ao meu afastamento relativamente ao país.
Refiro-me aos nomes dados aos filmes estrangeiros em Portugal. No cinema ou na televisão.
Quem é responsável por tamanhas aberrações?... A quem é que já se gastou toda a imaginação, conforme se pode comprovar, por exemplo, com isto? Haverá pessoas que não se reformam nem depois de mortas?
Refiro-me aos nomes dados aos filmes estrangeiros em Portugal. No cinema ou na televisão.
Quem é responsável por tamanhas aberrações?... A quem é que já se gastou toda a imaginação, conforme se pode comprovar, por exemplo, com isto? Haverá pessoas que não se reformam nem depois de mortas?
5 Comments:
A tradução de titulos de filmes (e livros) para Português é uma forma de arte - prefiro ver isso assim ou dou em doida - mas curiosamente o pessoal está tão habituado a dizer mal que aqui há uns tempos massacrou uma tradução que eu achei iluminada ... a trdaução de "You, me ... & Dupree" ... achei que "Tu, Eu ... e o Emplastro" muito bem apanhada. Mas parece-me que fui a unica :(
Não te sintas sozinha, Ana. Estou de acordo contigo. Aliás, estou de acordo com qualquer frase que chame emplastro a alguém que mereça que lhe chamem emplastro!
:)
Esta situação também se passa com os títulos dos livros.
Por ser de recente leitura dou um exemplo.
O último livro do espanhol Alberto Vásquez-Figueiroa, recebeu o título em português de "O Rei Amado" enquanto que em espanhol é "EL Rey Leproso".
Que dizer?!
Eles reformam-se, o problema é que deixam lá a descendência!
bjs
Quando eu ia falar em «Eu, Tu e o Emplastro» já alguém se tinha antecipado. Paciência.
Mas há outro, ainda em exibição nas salas da capital e que leva o lindo nome de «Um Azar do Caraças».
Ignoro qual o título original.
Sei é que é campeão de bilheteiras.
Às tantas, por ser tão sugestivo.
Beijinho
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